Meditação

Estudos Mostram que Meditação Pode Mudar a Estrutura Cerebral em Apenas 8 Semanas

Comida Viva/Raw Food

A Comida Viva Pode nos Conduzir a Grandes Sucessos Pessoais

Alimentação

"O homem não morre; mata-se" e uma das causas dessa morte prematura é, indiscutivelmente, o modo irracional como o Ser Humano se alimenta

Amor e Sexo

Pesquisas recentes demonstram que o prazer na cama não somente previne o infarto, combate a depressão, evita a celulite, mas também melhora a memória e ajuda a rejuvenecer.

Rir é o Melhor Remédio

Segundo o clínico geral e homeopata Eduardo Lambert, autor de "A Terapia do Riso - A Cura Pela Alegria", "esboçar um sorriso ou dar uma gargalhada estimula o cérebro a produzir endorfinas, substâncias químicas com poder analgésico que proporcionam uma grande sensação de bem estar".

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Tuesday, March 22, 2011

Brotos de Grãos, Sementes e Leguminosas

Brotos são destacados em termos de conteúdo nutricional. Uma vez que a semente (ou leguminosa, ou grão) germina, o valor nutricional aumenta dramaticamente.

Brotos têm quase 30% a mais de vitamina B e 60% a mais de vitaminas C do que sementes, grãos e-ou leguminosas não germinados.

Brotos de leguminosas e feijão têm uma textura mais densa e fibrosa, enquanto os de sementes são mais suaves.


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Friday, October 29, 2010

Crudivorismo, você já ouviu falar?

Crudivorismo, ou Comida Viva, é um estilo de vida que promove o consumo unicamente de alimentos crus, não processados e na maioria das vezes (e sempre que possível) orgânicos.

Os crudivoristas acreditamos que quanto maior o percentual de comidas cruas em nossa dieta, maior os benefícios para nossa saúde.

Uma dieta crudívora vegana consiste em alimentos não processados e plantas cruas que não tenham sido aquecidas a mais de 46 graus Centígrados (ou 115F), pois a partir desta temperatura os vegetais perdem seu potencial nutricional e se tornam menos saudáveis ou, muitas vezes, prejudiciais ao corpo humano, além de perder por completo suas enzimas naturais.

Entre os crudívoros, pode ainda haver subcategorias, a exemplo dos frugívoros (que se alimentam unicamente de frutas), os jucívoros (somente sucos) e os que comem unicamente grãos germinados.

A maioria das comidas na dieta crudívora são muito fáceis de preparar, como as saladas e as próprias frutas, comidas em sua forma natural. Algumas comidas, no entanto, requerem um tempo maior de preparação e exigem um planejamento antecipado, como os grãos germinados que em sua maioria são preparados com um ou dois dias de antecipação (aguardem receitas!).

Estudos realizados até os dias de hoje descrevem os aspectos saudáveis e nutricionais das comidas cruas e, obviamente, há sempre os prós e os contras, como em tudo na vida, sendo os aspectos benéficos em sua grande maioria.

O "Journal of Nutrition" em uma publicação de 2005 diz que o consumo a longo prazo de comidas cruas em aproximadamente 70% da dieta alimentar diária favorece o bom colesterol e triglicérides. Já o "The British Journal of Nutrition" de 2008 fala sobre um estudo feito na Alemanha que enfoca que o uso a longo prazo de uma dieta estritamente crudívora está larga e favoravelmente associada às concentrações de plasma betacaroteno e licopeno no organismo, indicando ainda que este estilo de vida reduz o risco de obesidade e hipertensão, fibriomialgia, sintomas de artrites reumatóide e benefícios significantes na redução de risco de câncer de mama, entre outros.

Já é sabido que a comida, quando cozida, pode produzir efeitos químicos tóxicos ao organismo, que pode não ter um efeito imediato, mas que ao longo da vida vai deixando suas "sequelas".

Como foi dito acima, uma dieta baseada em comida cozida é pobre em enzimas necessárias não somente para o processo digestivo, mas também para que possamos caminhar, respirar e nos mover. A vida depende das enzimas. As enzimas são mais importantes que qualquer outro elemento ativo no que se refere à saúde, e a falta delas é um fator contribuinte para problemas de saúde que vão desde uma simples gripe, a problemas como câncer e AIDS.

Uma vez que as enzimas são eliminadas durante o processo de cozimento, isso faz com que a digestão seja muito mais lenta e difícil, pois o corpo necessitará utilizar sua própria reserva de enzimas (que não podem ser repostas por nenhum tipo de alimento) e à medida que vamos envelhecendo nossas reservas naturais de enzimas começam a escassear e o corpo começa a acumular toxinas, propiciando o aparecimento de enfermidades.

Já na alimentação crua, os alimentos são digeridos mais eficientemente (pois as enzimas dos alimentos são utilizadas para o processo digestivo sem a necessidade de que utilizemos nossas reservas) e as calorias são utilizadas de forma mais eficaz.

Segundo o Dr. Humbart Santillo, em seu livro "Intuitive Eating", o ser humano não se mantém devido aos alimentos que consome, senão pela forma como o corpo os digere. Diz ainda que todas as comidas devem "quebrar" as enzimas em blocos simples para facilitar a digestão, o que (com as comidas cruas) já começa a acontecer a partir da própria mastigação.

E o que comemos?

Alimentos (preferencialmente orgânicos) integrais como:

- Frutas e Vegetais frescos
- Castanhas
- Grãos
- Sementes
- Feijões
- Legumes
- Frutas Secas
- Sucos de frutas e vegetais frescos
- Água pura
- Leite de côco, amêndoas, castanhas ou gergelim

Este estilo de vida (sim porque não é uma dieta que a gente começa e acaba quando atinge o peso ideal, por exemplo) ajuda a desintoxicar o corpo de toda uma vida de intoxicações massivas. E um corpo desintoxicado, além da saúde interna, e das células limpas, tem uma aparência jovem e saudável.

Além da saúde e desintoxicação, a dieta crudívora ajuda a manter o corpo dentro do peso ideal, promovendo a perda de todo e qualquer excesso que esteja prejudicando o estado geral do indivíduo. Como vemos, uma coisa puxa a outra e os benefícios são totais e vão desde a limpeza do organismo, passando pela prevenção de doenças, acréscimo de energia vital do corpo, até a recuperação total ou parcial de enfermidades graves e crônicas.

Atenção para os que ainda consomem carne!

Uma série de estudos realizados desde 1990 revelam que o músculo animal, quando cozido, cria aminoácidos heterocíclicos que aumenta o risco de câncer em seres humanos. O Instituto Nacional de Câncer dos Estados Unidos descobriu que os humanos que comem carne esporadicamente têm menos de um terço de risco de ter câncer de estômago que aqueles que comem carne regulamente.

Nitrosaminas, formadas pelo cozimento e preservação da carne (e também a defumação), são altamente cancerígenas e têm sido associadas ao câncer do cólon e estômago. No caso da carne, o cozimento pode ainda criar toxinas que reagem interna e externamente no corpo humano e são absorvidos durante o processo digestivo e muitas células do organismo (por exemplo células endoteliais e do sistema imunológico) como as que formam os pulmões, rins e fígado ao receber estas toxinas contribuem para o desenvolvimento de problemas relacionados a diabetes, problemas inflamatórios crônicos, arterioesclerose, falha renal, artrite, infarto do miocárdio, degenaração muscular, problemas carviovasculares, neuropatias, retinopatias e neuropatias.

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Lembre-se:
Seu corpo é sua casa, cuide dele como um santuário e sua vida será plena, em todos os sentidos.

Beijos, flores e muitos sorrisos!

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Tuesday, June 1, 2010

20 TROCAS QUE VALEM A PENA


pães


1 Pão francês por integral Eis uma forma de começar o dia protegendo as artérias. A massa integral presenteia o organismo com boas doses de fibras. Esse ingrediente serve de alimento a bactérias aliadas que moram no intestino. Bem nutridas, algumas delas fabricam mais propionato, uma substância que tem tudo a ver com os níveis de gordura na circulação. “Ao chegar ao fígado, ela diminui a produção de colesterol”, explica a gastroenterologista Jacqueline Alvarez-Leite, da Universidade Federal de Minas Gerais. Com isso, cai também a quantidade dessa partícula no sangue.

pães

2 Leite integral por desnatado Esse esquema garante a entrada do cálcio, tão caro aos ossos, sem um bando de penetras gordurosos. A bebida desnatada tem o mesmo teor do mineral, com a vantagem de ostentar menos ácidos graxos saturados. O excesso desse tipo de gordura eleva os níveis de LDL, a fração ruim do colesterol. “Isso porque reduz o número de receptores que captam LDL nas células”, ensina a nutricionista Ana Maria Pita Lottenberg, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Se esse mecanismo não funciona direito, o colesterol vaga no sangue, pronto para se depositar na parede das artérias.

óleos

3 Óleo de soja e outros por azeite O ganho dessa troca vem da combinação entre gorduras benéficas e antioxidantes que povoam o óleo de oliva. Uma de suas vantagens é fornecer doses generosas de ácidos graxos monoinsaturados. “Eles não aumentam os níveis de LDL e ainda ajudam a erguer um pouco as taxas de HDL, o colesterol bom”, afirma o cardiologista Raul Dias dos Santos, do Instituto do Coração de São Paulo. “Além disso, os compostos fenólicos do azeite evitam a oxidação do colesterol, fenômeno que propicia a formação das placas”, completa Jorge Mancini, diretor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo.

pizzas

4 Pizza de mussarela pelas de vegetais A ideia pode não agradar aos fãs mais puristas das pizzarias, mas presta um enorme serviço aos vasos sanguíneos. Deixar camadas e mais camadas de queijo de lado de vez em quando significa podar gordura saturada do cardápio. Como você viu, ela protagoniza o disparo do LDL, o tipo perigoso do colesterol. Substituir a mussarela ou a quatro queijos pelas redondas cobertas de vegetais é uma saída para degustar pizzas sem receio. Opções não faltam — vale pizza de escarola, de rúcula, de brócolis e até de abobrinha. E elas oferecem um bônus: pitadas de fibras e antioxidantes.

salgadinhos e castanhas

5 Salgadinhos por castanhas Essa troca é destinada àquele momento em que pinta a fome no meio do dia. Solução fácil, mas nada saudável, seria recorrer aos salgadinhos ou biscoitos recheados, petiscos que costumam contar com gordura trans em sua receita. “Ela não só faz aumentar o LDL como ainda contribui para derrubar o HDL”, alerta Ana Maria Lottenberg. Para escapar da malfeitora, aposte nas castanhas e nas nozes — legítimos depósitos da gordura monoinsaturada, que faz exatamente o trabalho oposto. “As oleaginosas ainda são fontes de antioxidantes”, lembra Jorge Mancini.

cereais açucarados e aveia

6 Cereais açucarados por aveia A aveia tem fama de ser um dos cereais mais nutritivos do planeta. Por isso merece um espaço logo no café da manhã — seja na forma de flocos, seja no mingau. Um estudo da Universidade Federal de Santa Catarina comprova, mais uma vez, sua capacidade de cortar a gordura que sobra no sangue. “A aveia é rica em betaglucanas, fibras fermentadas no intestino e capazes de regular a síntese de colesterol”, explica a autora, Alicia de Francisco, que também é coordenadora para a América Latina da Associação Americana de Químicos de Cereais. “Observamos que elas ainda aumentam o HDL.”

Bauru por peito de peru e queijo branco

7 Bauru por peito de peru e queijo branco Calma, não pretendemos condenar ao ostracismo um lanche tão tradicional como o bauru. O problema é que ele deixa a desejar se as taxas de colesterol já rumam aos céus. Basta averiguar seus ingredientes: queijo prato e presunto, redutos de gordura saturada e colesterol. Que tal substituí-lo por um sanduba de peito de peru e queijo branco, que é mais esbelto do que seu congênere? Experimente. Só é preciso ficar atento ao tamanho do lanche. Ora, uma gigantesca baguete recheada pode fornecer mais calorias e gorduras do que um bauru de porte modesto.

Camarão por peixe

8 Camarão por peixe Convenhamos: frutos do mar não são tão frequentes no prato do brasileiro. Mas vale ficar atento durante aquela viagem à praia para não se abarrotar de camarões. Eles encabeçam o ranking marinho de colesterol — são 152 miligramas da gordura em uma porção de 100 gramas. Ou seja, quase o triplo do que é oferecido pela mesma quantidade de um peixe gordo como o salmão. Esse pescado se sai melhor também por outro motivo: ele é carregado de ômega-3. E uma nova pesquisa da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, revela: o ômega diminui a captação de LDL pela parede das artérias, prevenindo as placas.

Picanha por lombo

9 Picanha por lombo O porco não é mais gordo que o boi nem o boi é mais gordo que o porco. Tudo é uma questão de corte. Há peças bovinas com menos gordura saturada, caso da alcatra e do filé mignon, e há aquelas parrudas, como a picanha e o cupim. O mesmo raciocínio se aplica à carne suína: o lombo é mais magro que o pernil. Mas saiba que há medidas para retalhar o possível malefício de qualquer corte rechonchudo. “Limpe a peça antes de cozinhá-la, retirando toda gordura aparente”, ensina Ana Maria. Até porque, apesar de a gente não ver, altas doses do nutriente já estão emaranhadas na carne.

Manteiga por margarina

10 Manteiga por margarina Elas mantêm uma rivalidade histórica e ainda suscitam debates entre os experts. No duelo em prol de artérias saudáveis, porém, a margarina leva certa vantagem, porque não conta com a famigerada gordura de origem animal e o colesterol. Nos últimos anos, a indústria tem acrescentado componentes à sua fórmula para torná-la mais benéfica. Entre eles, destaque para os fitosteróis, que facilitam a expulsão do colesterol pelas fezes. “Os produtos enriquecidos com essa substância são indicados a quem já tem colesterol alto”, avisa Ana Maria.

Quindim por compota de frutas

11 Quindim por compota de frutas Os doces costumam ser condenados por carregarem açúcar demais. Quando a discussão envolve colesterol, porém, o açúcar pesa menos do que outro ingrediente comum em quindins, brigadeiros e bolos: a gordura. A manteiga, o creme de leite e outros ingredientes gordurosos que dão consistência aos quitutes levam consigo ácidos graxos saturados, que alavancam as taxas de LDL. Não à toa, os especialistas aconselham trocar esse tipo de sobremesa por opções que, sem perder o sabor adocicado, são desengorduradas. O melhor exemplo são as compotas de frutas. Só não vale, é claro, abusar

Suco de laranja pelo de uva

12 Suco de laranja pelo de uva Essa é para matar a sede e resguardar o peito. É na casca da uva que está um parceiro do coração, o resveratrol. “Ele atua na redução do colesterol e tem efeito antioxidante”, diz a bioquímica Tânia Toledo de Oliveira, da Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais. Ao impedir que as partículas de LDL se oxidem, a substância evita indiretamente que elas grudem na parede do vaso. Ao contrário do que muita gente pensa, o resveratrol não é exclusivo do vinho. O suco de uva natural e feito na hora (com casca, por favor!) também o disponibiliza ao organismo.

Chá de ervas por chá-mate

13 Chá de ervas por chá-mate Não é campanha contra a receita da avó, mas as infusões à base de camomila e afins perdem feio para o mate se o assunto é colesterol. Que o digam cientistas da Universidade Federal de Santa Catarina, que avaliaram as propriedades dessa erva típica do sul do país. “Notamos uma queda de 8,5% nos níveis de LDL em voluntários com taxas normais e uma redução extra de 13,5% em pessoas que tomavam remédios para abaixar o colesterol”, conta o farmacêutico Edson Luiz da Silva, que liderou a pesquisa. A proeza vem das saponinas, moléculas presentes no mate. “Elas diminuem a absorção do colesterol no intestino, favorecendo sua excreção pelas fezes”, explica.

Cebola branca por cebola roxa

14 Cebola branca por cebola roxa Essa troca pode ser estendida à alface e ao repolho: prefira sempre o roxo. As hortaliças com essa cor abrigam um pigmento que aplaca o colesterol, a antocianina. “Experimentos feitos em animais no nosso laboratório mostraram que ela reduz consideravelmente a concentração da gordura no sangue”, conta a professora Tânia Toledo de Oliveira, da Universidade Federal de Viçosa. “A substância inibe uma enzima que participa da síntese de colesterol no fígado, além de aumentar sua eliminação do organismo.” Morangos e cerejas, saiba, também são reservas de antocianinas.

Molho branco pelo de tomate

15 Molho branco pelo de tomate O macarrão é o mais inocente por aqui. Quem incentiva ou não a escalada do colesterol é o molho — sempre. O branco é bem gordo. Em 2 colheres de sopa encontramos 4,5 gramas de gordura. Como o preparo exige creme de leite e queijo, o prato fica cheio de ácidos graxos saturados. Uma bela macarronada ao sugo não guarda esse perigo. Nas mesmas 2 colheres de sopa, há somente 0,1 grama de gordura. “Apenas procure usar o molho de tomate feito em casa e evitar a manteiga no momento de refogá-lo”, orienta a nutricionista Ana Maria Lottenberg. E, se possível, opte pela massa integral.

Chocolate ao leite pelo amargo

16 Chocolate ao leite pelo amargo O doce de cacau se notabilizou como um amigo do sistema circulatório. Mas não é todo chocolate que, de fato, prova sua amizade às nossas artérias. O tipo que merece respeito é o amargo. “Ele possui menos gorduras saturadas que o branco e a versão ao leite”, afirma a nutricionista Vanderlí Marchiori, colaboradora da Associação Paulista de Nutrição. “Sem falar que fornece catequinas, substâncias que ajudam a sequestrar o LDL e impedir sua oxidação”, diz. Mas fique atento ao rótulo: amargo de verdade tem mais de 60% de cacau em sua composição

Chocolate ao leite pelo amargo

17 Sal por ervas e alho Está em suas mãos uma maneira de preservar os vasos sem deixar a comida ficar insossa: em vez de exagerar no sal, ingrediente que patrocina a hipertensão, use a imaginação e as ervas aromáticas, além de alho. “Ele tem compostos capazes de controlar o colesterol”, exemplifica Vanderlí. E ervas como o orégano e o alecrim merecem ser convidadas à cozinha por causa do seu poder de fogo contra a oxidação, um fenômeno que, você já sabe, não poupa o LDL, tornando-o ainda mais danoso para as artérias. Mas essa ação pode minguar quando os ingredientes são expostos a temperaturas elevadas. Procure acrescentá-los nos minutos finais do cozimento.

Chocolate ao leite pelo amargo

18 Frango com pele pelo frango sem pele Muita gente pensa que basta despir uma coxa de frango assada no prato para se livrar de um boom de colesterol. Ledo engano. “Retirar a pele é, sim, fundamental, mas isso deve ser feito antes de levar a carne ao fogo”, esclarece a nutricionista Cláudia Marcílio, do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo. “Quando submetidos ao calor, a gordura saturada e o colesterol da pele conseguem se dissolver e penetrar na carne”, justifica Ana Maria. Aí, será tarde…

Queijo pelo tofu

19 Queijo pelo tofu A intenção não é jogar mais pedras sobre o parmesão, o provolone e até o minas, mas abrir espaço ao tofu, que é feito de soja. Ele é uma preciosidade porque concentra o que o grão tem de melhor: proteínas e isoflavonas. “A proteína da soja aumenta a atividade de receptores que colocam o LDL para dentro das células e inibe a principal enzima responsável pela produção de colesterol”, explica a nutricionista Nágila Damasceno, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. E as isoflavonas não só potencializam a queda do LDL como evitam sua oxidação.

Pipoca de micro-ondas pela de panela

20 Pipoca de micro-ondas pela de panela Faz toda a diferença investir um tempo a mais para estourar o milho no fogão. “É uma forma de controlar a quantidade de gordura no preparo, porque no produto de micro-ondas ela já é fixa”, argumenta a doutora em ciência dos alimentos Maria Cristina Dias Paes, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, em Sete Lagoas, no interior de Minas Gerais. A versão que ganha na praticidade perde pontos porque carrega ácidos graxos saturados e trans. “Na panela, dá para usar um óleo mais saudável, como o de canola”, diz Cristina. Daí, você aproveita as fibras do milho, deixando seu colesterol em paz.

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Adendo

Viver Integral é viver de forma plena e sana o único bem que possuímos em realidade, nossas vidas.

Este blog é 100% espiritualista, não importando religiões, doutrinas, seitas. O que prevalece neste espaço é o amor e a bondade que advém unicamente do respeito pelas diferenças.

Aqui respeita-se o ser humano, enquanto Ser e Humano, da mesma forma que são respeitadas todas as formas de vida com anima, sejam racionais ou não, traduzindo-se em uma forma de vida mais natural e centrada.

Os artigos de nutrição e alimentação seguirão os padrões vegetarianos sob suas mais diversas formas (embora sejamos crudivoros veganos) buscando-se respeitar também aos que ainda sentem a necessidade física de algum componente animal em sua dieta, a exemplo de laticinios.

Os conselhos de saúde aqui oferecidos são de caráter puramente amador, visto que são fruto de muita leitura e curiosidade tão somente, não refletindo em nenhum tipo de conceito científico ou não pretendendo, em absoluto, substituir qualquer tipo de aconselhamento médico. Na dúvida ou na necessidade, busque ajuda médica especializada.

Os aconselhamentos psicológicos estarão a cargo de Rafael Morales, psicoterapeuta com vários anos de treinamento e experiência profissional em Psicologia e Psicoterapia Transpessoal-Integral apoiando indivíduos, casais e famílias em diferentes Centros de Saúde Mental, Educacionais e de Apoio à Comunidade na América do Sul e nos Estados Unidos, tanto pessoalmente como online, através de Intrapsyc.

Sintam-se em casa. Comentem, concordem, discordem, dêem sua opinião. Somente assim poderemos melhorar e acrescentar algo a nossa existência.

Beijos, flores e muitos sorrisos para todos!

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