Um dos sintomas mais comuns da vulvodínia é a sensação de ardor. Muitas mulheres dizem sentir coceiras, irritação e dor punçante. Não se conhecem infecções ou enfermidades da pele que aparentemente se relacionem estes sintomas.
Estima-se que 18% das mulheres experimentarão sintomas associados à vulvodínia durante suas vidas e sabe-se que os sintomas iniciais se apresentam em mulheres entre os 18 e 25 anos e depois dos 35.
Especialistas dizem que em muitos casos a vulvodínia pode tornar quase impossível as relações sexuais, o uso de absorventes internos, ou mesmo o uso de roupa interior ou calças compridas.
Aproximadamente 40% das mulheres portadoras de vulvodínia optam por não procurar tratamento. Do grupo que procura tratamento, 60% visitam 3 ou mais doutores. Quando as mulheres procuram assistência médica, a falta de conhecimento dos provedores de serviços de saúde sobre o diagnóstico e o tratamento da vulvodínia pode levar a que a paciente faça múltiplas visitas médicas a diferentes especialistas, antes de que se determine um diagnóstico correto e uma intervenção apropriada.
Nenhum tratamento sozinho é comprovadamente efetivo a todas as mulheres com vulvodínia. Usualmente os especialistas no tratamento desta moléstia recomendam uma combinação de tratamentos para cada caso específico com a finalidade de melhorar a qualidade de vida das pessoas que sofrem desta condição.
O tratamento da vulvodínia pode incluir conselhos para o cuidado da pele da região vulvar, medicamentos orais e-ou tópicos, bioretroalimentação, exercícios de terapia física, e, inclusive, cirurgias em casos específicos.
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