Meditação

Estudos Mostram que Meditação Pode Mudar a Estrutura Cerebral em Apenas 8 Semanas

Comida Viva/Raw Food

A Comida Viva Pode nos Conduzir a Grandes Sucessos Pessoais

Alimentação

"O homem não morre; mata-se" e uma das causas dessa morte prematura é, indiscutivelmente, o modo irracional como o Ser Humano se alimenta

Amor e Sexo

Pesquisas recentes demonstram que o prazer na cama não somente previne o infarto, combate a depressão, evita a celulite, mas também melhora a memória e ajuda a rejuvenecer.

Rir é o Melhor Remédio

Segundo o clínico geral e homeopata Eduardo Lambert, autor de "A Terapia do Riso - A Cura Pela Alegria", "esboçar um sorriso ou dar uma gargalhada estimula o cérebro a produzir endorfinas, substâncias químicas com poder analgésico que proporcionam uma grande sensação de bem estar".

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Friday, April 1, 2011

Estudos Mostram que Meditação Pode Mudar a Estrutura Cerebral em Apenas 8 Semanas

Participantes de uma aula experimental de meditação apresentaram uma mudança estrutural do cérebro em apenas 8 semanas, incluindo um aumento da densidade da massa cinzenta no hipocampo, conhecido por ser importante para o aprendizado e a memória, e em estruturas associadas à autoconsciência, compaixão e introspecção.

Esta é a primeira pesquisa documentada neste sentido. Pesquisas anteriores já haviam identificado diferentes atividades cerebrais e estruturais entre os praticantes de meditação e os não praticantes.

Pesquisadores notaram que a meditação a longo prazo altera os padrões das ondas cerebrais, com uma grande atividade nos circuitos cerebrais que envolvem a atenção. Eles também descobriram que a região do cérebro associada à atenção e às sensações era mais densa nos praticantes de meditação. A questão era saber se a pessoa com uma camada cerebral mais densa em áreas associadas à consciência e à sensação processava melhor as informações quando meditava.

O estudo atual é o primeiro a documentar que estas mudanças estruturais são, de fato, produzidas pela meditação.

"Este estudo demonstra que as mudanças estruturais no cérebro podem fundamentar algumas das melhoras reportadas anteriormente e que pessoas não somente se sentem melhor pelo fato de estarem relaxados", diz a autora do estudo Sara Lazar, PhD do Programa de Pesquisa em Psiquitria e Neuroimagem.

Durante o estudo, as imagens cerebrais dos participantes foram tomadas duas semanas antes e imediatamente após as oito semanas de meditação baseada no programa de redução de estresse.

O curso consistia de encontros semanais que incluiam uma meditação guiada e um áudio para acompanhar a meditação realizada diariamente, em casa. A análise das imagens cerebrais descobriram um aumento significativo na densidade da massa cinzenta do hipocampo, importante para o aprendizado e memória; além disso, os participantes reportaram uma redução real do estresse, que está diretamente relacionado à diminuição da densidade da massa cinzenta na região conhecida como amygdala, muito importante no controle da ansiedade e estresse.

"É fascinante ver a plasticidade do cérebro e que, pela prática da meditação, podemos mudar ativamente nosso cérebro e ainda incrementar nosso bem estar e qualidade de vida", diz Britta Hölzel, PhD e primeira autora de uma tese e estudo realizado pelo Giessen University, na Alemanha.

A pesquisa foi publicada no último 30 de Janeiro no Jornal de Pesquisa Psiquiátria: Neuroimaging.

Outros Benefícios da Meditação para a Saúde

Vários estudos já foram realizados com a finalidade de entender os efeitos da meditação na prevenção de problemas cardíacos, redução de dores, redução da pressão sanguínea, redução do colesterol, deminuição da ansiedade e ajuda no combate à asma.

A meditação incrementa as ondas alfa (ondas cerebrais suaves) e diminui a produção do hormônio do estresse, o cortisol. Aparentemente algumas das mudanças físicas positivas associadas com a meditação têm suas raízes no controle de estresse.

Dor: É sabido que a meditação pode reduzir a dor crônica. Um estudo importante conduzido pela Universidade de Tecnologia do Texas, descobriu que a meditação em conjunto com a medicina tradicional, aumentava significativamente os efeitos do tratamento contra a dor. Em outro estudo publicado no "Journal of Behavioural Medicine", pacientes que sofriam de dor nas costas, enxaquecas crônicas e dor de cabeça por tensão tiveram seus problema significantemente reduzidos com a meditação. Outro estudo encontrou que pessoas que meditam regularmente costumam lidar melhor com a sensação de dor.

HIV: Estudos vêm demonstrando que a meditação e o programa de controle de estresse podem amortecer o HIV em pacientes soropositivos.

Colesterol Alto: Em dois estudos prospectivos e aleatórios, foi visto que a meditação reduz o colesterol total por um período que pode variar de 3 a 11 meses.

Ansiedade e Depressão: Desde a época de 60, cientistas já especulavam se a meditação melhorava a função mental. A meditação diminui o consumo de oxigênio, o ritmo cardíaco, o ritmo respiratório e a pressão sanguínea, além de aumentar a intensidade das ondas cerebrais alfa, teta e delta, que representam o oposto das mudanças psicológicas ocorridas durante um processo estressante.

Diabetes: A meditação também ajuda no controle dos níveis de açúcar no sangue. Pesquisadores da Universidade da Virgínia descobriram que meditar regulamente reduz estes níveis.

Pressão Alta: Além de seu papel como redutor do estresse, a meditação também reduz a pressão sanguínea e contribui para uma completa redução no risco de problemas cardiovasculares.

A meditação é mais que somente uma forma de estar em contato conosco e acalmar nossa mente atribulada. É também uma forma de melhorar as funções de nosso corpo, através das mudanças nas atividades e estruturas cerebrais. Se é assim, o que você está esperando?


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Friday, December 3, 2010

Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH)

Mais comum do que a maioria das pessoas imagina, o Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (ou simplesmente TDAH) é uma síndrome conductual com bases neurobiológicas com fortes componentes genéticos e que afeta uma média de de 5% a 10% da população infanto-juvenil, sendo 3 vezes mais frequentes no sexo masculino e cujos sintomas costumam aparecer antes dos 7 anos de idade, embora estudos já tenham comprovado que 60% a 75% das crianças-adolescentes com TDAH continuam apresentando os sintomas na idade adulta.

Segundo o Manual de Diagnósticos e Estatística dos Transtornos Mentais (DSM-IV) o TDAH se caracteriza, principalmente, por distração de moderada a severa seguidos de breves períodos de atenção, inquietude motora, instabilidade emocional e condutas impulsivas. Ainda segundo o DSM-IV os sintomas costumam se agravar em situações que exijam atenção ou esforço mental repetitivo e atividades monótonas ou sem atrativos, a exemplo de escutar o professor em sala de aula, fazer deveres de casa, escutar ou ler textos extensos.

Devido a vários estudos sabe-se que este transtorno neuroconductual é de origem fundamentalmente genético-hereditária em 80% dos casos e por este motivo, não ocorre nas relações adotivas, por exemplo. Em contrapartida, os fatores não hereditários em todos os casos de TDAH já estudados são de apenas 20%, e estão relacionados, de alguma forma, com fatores ambientais. A influência das causas congênitas que atuariam durante a gravidez (ou seja, as não hereditárias com participação de fatores genéticos ou ambientais em proporções variadas), tais como a exposição do útero a fatores externos que sejam daninos ao feto, a exemplo do chumbo, da nicotina, entre outros.

Os estudos de concordância genética para o diagnóstico de gêmeos relevaram taxas de concordância de 25% a 40% para gêmeos não idênticos e de 80% para gêmeos idênticos e ainda segundo estes estudos, trata-se de um transtorno de herância polegênica e de acordo com a evidência, múltiplos gens contribuem à "transmissão" do TDAH, a exemplo do gen que codifica o receptor dopaminérgico D4, o que codifica o receptor D5 e o que codifica a proteína que transporta a dopamina.

Para ser determinada como portadora de TDAH a criança deve apresentar algumas condições, que podem ser tratáveis. Com o passar dos anos, no entanto, o TDAH pode afetar algumas áreas do cérebro tais como as que permitem solucionar problemas, fazer planejamentos futuros, compreender a atitude dos demais e controlar seus próprios impulsos.

A Academia Psiquiátria Americana para Crianças e Adolescentes (AACAP - por sua sigla em inglês) considera como necessário que os seguintes fatores estejam presentes:

- O comportamento deve aparecer antes dos 7 anos de idade.
- Deve continuar por, pelo menos, seis meses.
- Os sintomas devem também criar uma deficiência em pelo menos duas das seguintes áreas na vida da criança:
* na sala de aula;
* no parque;
* em casa;
* na comunidade, ou
* no meio social.

Mas é preciso estar atento, pois se a criança demonstra muita atividade em um parque de diversões, mas não em outros lugares, o problema pode não ser TDAH e é preciso diferenciar e fazer um diagnóstico adequado. Há várias condições e situações que podem causar impacto no comportamento infantil, e muitas crianças podem, inclusive, demonstrar alguns sintomas de TDAH sem que sejam realmente portadoras do transtorno:

- Morte ou divórcio em família, desemprego de um dos pais, ou outra mudança repentina
- Vertigens não detectadas
- Uma infecção de ouvido pode causar problemas de audição temporários
- Problemas com os trabalhos escolares causados por deficiência de aprendizado
- Ansiedade ou depressão
- Noites mal dormidas
- Abuso infantil

Os principais sinais e sintomas do TDAH são desatenção, hiperatividade e impulsividade. Existe uma certa dificuldade para definir bem os sintomas pois é preciso determinar onde os níveis normais destes três sinais acabam e começam os que determinam o transtorno.

Os sintomas se categorizam em três classificações potenciais: tipo desatento, tipo predominantemente hiperativo-impulsivo ou o tipo que combina as duas subcategorias.

Os sintomas do tipo predominantemente desatento podem incluir:

- Ser facilmente distraído, não colocar atenção a detalhes, esquecer das coisas com facilidade, mudar frequentemente de uma atividade a outra;
- Ter dificuldade de manter-se enfocado em uma só atividade;
- Sentir-se entediado com uma atividade depois de alguns minutos, a menos que esteja fazendo alguma coisa que realmente seja agradável;
- Ter dificuldade de enfocar-se atentamente ou organizar-se e completar uma tarefa ou aprender algo novo ou ter problemas para completar trabalhos de casa, perder coisas com frequência;
- Não parece escutar quando alguém lhe dirige a palavra;
- Sonhar acordado, ficando facilmente confuso e movendo-se de forma muito lenta;
- Ter dificuldade para seguir instruções.

Os sintomas do tipo predominantemente hiperativo-impulsivo podem incluir:

- Mover-se constantemente em seu assento;
- Falar sem parar;
- Mexer nas coisas, tocar em objetos ou brincar quando não há ninguém por perto;
- Ter dificuldade para manter-se sentado nas refeições e em horas de estudo;
- Estar em constante movimento;
- Ter dificuldade para realizar tarefas tranquilas.

...além destes sintomas que são primariamente impulsivos:

- Ser impaciente;
- Fazer comentários inapropriados, mostrar suas emoções sem restrição, e atuar sem pensar nas consequências;
- Ter dificuldade em esperar pelas coisas que desejam.

Muitas pessoas exibem alguns destes comportamentos, mas não em um grau significante e que interfira com o trabalho, relacionamentos, ou estudos.

TDAH pode acompanhar outros transtornos como depressão e ansiedade. Estas combinações podem complicar grandemente o diagnóstico e o tratamento. Estudos acadêmidos e pesquisas em práticas privadas sugerem que depressão nos portadores de TDAH são incrementadas à medida que a criança vai crescendo, sendo que este aumento é maior em meninas que em meninos e sua prevalência pode variar a depender do subtipo de TDAH. Quando há a presença de um transtorno de humor é preciso cuidar a este primeiramente.

Desatenção e comportamento hiperativo não são os únicos problemas na infância com TDAH. TDAH existe sozinha em aproximadamente 1/3 das crianças diagnosticadas. Muitas das condições coexistentes requerem outros tratamentos e podem ser diagnosticados separadamente em lugar de ser agrupados com o diagnóstico de TDAH. Algumas destas condições associadas são:

- Transtorno de Oposição Desafiadora (muitas vezes confundidas com malcriação - 35%) e Transtorno de Conduta (26%), ambos caracterizados por comportamentos antisociais, a exemplo de agressão, mudança de humor frequentes, traição, mentiras ou roubo, inevitavelmente relacionados com Transtorno de Personalidade Antisocial (ASPD - por sua sigla em inglês);
- Transtorno de Personalidade Limítrofe (70%);
- Transtorno de Vigilância Primária, que se caracteriza por falta de atenção e concentração, tanto quanto dificuldades em estar alerta. Estas crianças tendem a estar inquietos, bocejando e espreguiçando-se e aparentam ser hiperativas para poder manter-se atentas e ativas.
- Transtornos de Humor. Meninos diagnosticados com subtipos combinados aparentam sofrer de Transtorno de Humor.
- Desordem Bipolar. Pelo menos 25% das crianças com TDAH possuem Desordem Bipolar. Crianças com esta combinação podem demonstrar agressividade e problemas de comportamento, o que os portadores de TDAH sozinho não apresentam.
- Desordem de Ansiedade, que são encontradas principalmente em meninas diagnosticadas com o tipo de TDAH desatento.
- Transtorno Obsessivo Compulsivo. Acredita-se que este problema carregue consigo um componente genético e que divida com o TDAH algumas de suas características.

Conforme já foi comentado, estudos apontam que 60% a 75% das crianças diagnosticadas com TDAH continuam apresentando problemas na fase adulta. Muitos adultos, entretanto, permanecem sem tratamento e adultos não tratados adequadamente podem ter suas vidas transformadas em um verdadeiro caos, podem ser extremamente desorganizados e podem sucumbir ao uso de drogas e álcool para sentir-se melhor. Adultos portadores de TDAH não tratados podem sofrer de depressão, transtorno de ansiedade, desordem bipolar, abuso de substâncias tóxicas, ou deficiência de aprendizado.

Por ser um transtorno de ordem biológico, o TDAH responde eficazmente ao tratamento farmacológico que ainda constitui no pilar mais importante da terapia. Os tratamentos habituais se baseiam em estimulantes que, apesar de suas características, apresentaram modificações positivas dos sintomas. Entre eles está a cafeína com a qual as vezes os adultos e adolescentes se automedicam.

Atualmente as substâncias mais empregadas em países como Estados Unidos, por exemplo, são o metilfenidato e a l-anfetamina, seguidas de dexafetamina e metanfetamina. Outros psicoestimulantes de segunda linha são pemolina e modafinil. Com respeito a este último, sua eficácia foi comprovada e esteve a ponto de ser lançado no mercado para o tratamento do TDAH. No entanto, não chegou a alcançar as prateleiras das farmácias tendo culminado a fase III dos ensaios clínicos para que pudesse ser aprovado, mas em 2006 a aprovação foi negada e feita a solicitação de novos estudos concernentes à segurança do medicamento. Em resposta à desaprovação, o laboratório fabricante do produto decidiu abandonar o desenvolvimento do mesmo.

Recentemente também tem sido usada a lisdexanfetamina, cuja molécula resulta de um amalgama de dexanfetamina com o aminoácido lisina e como consequência desta modificação na estrutura, o organismo demora muito mais tempo em metabolizar a substância, o que resulta em uma ação terapêutica prolongada.

Na Espanha os únicos estimulantes aceitos para o tratamento do TDAH são o metilfenidato de efeito imediato, além da atomexetina. E no Brasil, bupropiona, modafinil e antidepressivos tricíclicos.

É necessário, portanto, que juntamente ao tratamento farmacológico haja um tratamento psicológico para os problemas conductuais associados. Este tratamento seria um complemento e buscaria uma redução das condutas disruptivas da criança nos diferentes ambientes mediantes terapias cognitivo-conductuais. Igualmente é aconselhado uma intervenção psicopedagõgica sobre os problemas de aprendizagem que costumam aparecer em grande parte dos portadores de TDAH. Atualmente são desenvolvidas terapias de desenvolvimento positivo em crianças que tentam reforçar os aspectos potenciais dos jovens mediante a prática de esportes e dinâmica de grupo.

A complementaridade entre terapias cognitivo-conductuais, juntamente a terapias ocupacionais e fonoaudiólogo, além do seguimento farmacológico parece ser, hoje em dia, o melhor tratamento para este transtorno.

Fica o alerta!

Beijos, flores e muitos sorrisos!

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Wednesday, December 1, 2010

Comidas que evitam envelhecimento precoce - parte 1

1. Amêndoas

Este alimento rico em energia diminui o mau colesterol no organismo e beneficia aos diabéticos por baixar a taxa de açúcar no sangue. É também um alimento rico em aminoácidos que reforçam os níveis de testosterona e crescimento muscular. Amêndoas também estão cheias de vitamina E que ajudam a defender o corpo contra os danos causados pelo sol. Um estudo revela que voluntários que consumiram 14 miligramas de vitamina E (aproximadamente 20 amêndoas) por dia e foram expostos aos raios UV, tiveram um índice menor de queimadura que aqueles que não as consumiram. E como a vitamina E é um antioxidante, também ajuda a manter as artérias livres de radicais livres perigosos. Os baixos níveis de vitamina E estão associados com a falta de memória e o baixo desenvolvimento cognitivo, segundo o especialista em dietas Dr. Sari Greaves do Hospital Presbiteriano Cornell, de Nova York.

2. Linhaça

Rica em proteínas e fibras, estas pequenas sementes oferecem uma grande quantidade de ácidos graxos ômega-3. O "British Journal of Nutrition" afirma que participantes de um estudo que consumiram aproximadamente meia colher de chá de ômega-3 diariamente por 6 semanas, experimentaram significante diminuição de irritação e vermelhidão da pele, além reforçar a hidratação da mesma. Um estudo recente realizado com pessoas com colesterol alto (maior que 240 mg/dL) e que consumiram 20 gramas de linhaça por dia, revelou, após 60 dias, um nível normal de colesterol no sangue.

3. Tomates

Há algo que devemos saber sobre os tomates: vermelhos são os melhores, porque contêm um nível maior de licopeno. Estudos mostram que uma dieta rica em licopeno pode diminuir o rico de câncer de bexiga, pulmão, próstata, pele e estômago, da mesma forma que reduz o risco de problemas nas artérias coronárias, além de ajudar a diminuir o envelhecimento por radicais livres causado pelos raios ultravioleta.

4. Batata Doce

Muitas vezes confundidas com inhame, estes turbéculos são uma das comidas mais saudáveis do planeta. Além de ser saudável, ajuda a diminuir os efeitos dos fumadores involuntários e previne a diabetes. Batata doce contém glutatione, um antioxidante que pode incrementar o metabolismo e o sistema imunológico, e, ao mesmo tempo proteger contra Alzheimer, Parkinson, problemas de fígado, fibrose cística, HIV, câncer, ataque cardíaco e derrame. Além disso é rico em vitamina C e estimula a produção de colágeno. Um estudo recente publicado pelo "American Journal of Clinical Nutrition" revelou que voluntários que consumiram 4 miligramas de vitamina C (mais ou menos meia batata doce) diariamente por 3 anos, tiveram um decréscimo na aparição de rugas em aproximadamente 11%.

5. Espinafre

Este vegetal verde e folhoso é conhecido como construtor muscular. A saúde do coração é favorecida pelos minerais, potássio e magnésio, além de luteína, um antioxidade que pode ajudar a prevenir que as artérias se entupam. Contém ainda nutrientes e vitaminas que ajudam a melhorar a densidade óssea, ataca as células de câncer de próstata, reduz o risco de tumores na pele, combate o câncer de cólon e, finalmente, aumenta o fluxo de sangue ao pênis. "Popeye sabia o que estava fazendo", diz Susan Bowerman, assistente de diretor do "Center for Human Nutrition at the University of California" em Los Angeles.

6. Alecrim

O ácido carnósico encontrado nesta erva tem demonstrado ser responsável pela redução do risco de derrame em até 40%, de acordo com o estudo publicado no Jornal de Neuroquímica. O ácido carnósico parece incrementar o processo de proteção das células cerebrais contra os efeitos dos radicais livres. Esse processo pode proteger o cérebro de doenças degenerativas a exemplo do Alzheimer e os efeitos do envelhecimento.

8. Arandos (Blueberries)

"Esta pequena fruta pode ajudar a proteger um âmbito de enfermidades que vão desde o câncer ao ataque cardíaco", diz Ryan Andrews, Diretor de Pesquisa do Instituto "Precision Nutrition", de Toronto, Canadá. Além de ser rica em fibras e vitaminas A e C, os arandos são um poderoso antioxidante, e somente o açaí contém mais antioxidantes, o que neutraliza os efeitos dos radicais livres. Coma um xícara desta frutinha por dia, e, se possível, opte pelos arandos selvagens, que contêm 26% mais antioxidantes que os cultivados.

9. Chá Verde (Green Tea)

O chá verde libera a catechina, um antioxidante que contém propriedades anti-inflamatórias e anticancerígenas. Pesquisas revelam que tomar 2 a 6 xícaras por dia ajuda não somente a prevenir o câncer de pele, mas também a reverter os efeitos do sol, neutralizando as mudanças que costumam se apresentar com a exposição da pele ao sol. Outros etudos mostram que o chá verde pode incrementar a saúde cardiovascular e reduz o risco de muitos tipos de câncer.


10. Chocolate Amargo

Flavonóide, um nutriente natural do cacau, melhora o fluxo de sangue no cérebro, o que ajuda a aumentar as funções cognitivas. O chocolate amargo contém um tanino chamado procyanidin também encontrado nos vinhos tintos, que ajudam a que nossas artérias sejam mais flexíveis e, consequentemente, baixa a pressão sanguínea. O chocolate amargo ajuda no exterior também. Um estudo publicado no Journal of Nutrition, diz que as mulheres que tomam cacau têm uma melhor textura de pele e maior resistência aos raios UV do que as não consomem flavonóides.

12. Cenouras

A cor alaranjada das cenouras são como varinhas mágicas - excelentes para a vista, e também para clarear manchas na pele. Na realidade não há nenhuma mágica aqui, é tão somente a grande quantidade de vitamina A que previne a superprodução de epiderme. O que significa que quanto menos pele morta que se acumula junto com a gordura natural da pele, menos poros tapados. As cenouras são ainda ricas em carotenóides - um componente solúvel em gordura que está associado à redução de incidência de câncer, tanto quanto à redução de riscos e severidade de condições inflamatórias, a exemplo da asma e atrite reumatóide.

13. Ameixas Secas

Estas frutas secas são ricas em cobre e boro, ambos ajudam a prevenir a osteoporose. "Podem também conter uma fibra chamada inulina, que, quando processado pelas bactérias intestinais, tornam o ambiente ácido no trato digestivo", diz Bowerman. "Isso permite uma melhor absorção do cálcio".


14. Grãos Integrais

Grãos Integrais, a exemplo de aveia, farinha de trigo integral, cevada, arroz integral - são ricos em fibra que acalmam os tecidos inflamados enquanto ajudam a manter o coração forte, a saúde do cólon e o cérebro em bom funcionamento. Grãos Integrais são ricos em carboidratos, mas liberam os açúcares mais lentamente por causa fibras, e pelo fato de que contém uma média de 10 gramas de proteína por cada 1/2 xícara, eles também produzem músculos firmes, construindo energia. Mas nem todos os pães e bolachas que recebem o nome de "grãos integrais" realmente os contêm. "Leia o rótulo", diz Lynn Grieger, um conselheiro alimentar de saúde, alimentação e fitness. "Aqueles que não são fabricados com verdadeiros grãos integrais podem ter alto grau de gordura, o que aumenta as possibilidades de inflamações".

15. Vinho Tinto

Rico em resveratrol - um componente natural que diminui o LDL, aumenta o HDL e que previne que as células se entupam - o vinho tinto pode ser um verdadeiro salva vidas. Resveratrol pode prevenir ou atrasar o aparecimento de enfermidades crônicas. Mas limite seu consumo em, no máximo duas taças ao dia. As uvas pretas são ricas em flavonóides, antioxidante que ajuda a proteger o fluxo de sangue nas veias do coração, e com isso, previne a incidência de problemas cardiovasculares, de acordo com pesquisadores japoneses.


17. Abacate

Ricos em gordura monoinsaturada, os abacates formam uma barreira contra o LDL (o mau colesterol). Eles são ainda ricos em folato, uma vitamina B solúvel em água que ajuda a diminuir os níveis de homocisteína, um amino ácido que pode impedir o fluxo adequado através das artérias cardíacas. Comer 1/4 de xícara de abacate duas vezes à semana é uma excelente idéia, segundo Greaves.

18. Nozes

Ricas em ômega-3 tanto quanto o salmão, possui também uma quantidade muito maior do anti-inflamatório poliphenol do que o vinho tinto e possui muito mais proteínas que a carne. Uma porção de aproximadamente 7 nozes é muito bom em qualquer momento, principalmente depois dos exercícios físicos, para recuperar energias.




19. Açafrão

Curcuma, o poliphenol que dá ao açafrão sua coloração amarelada, tem propriedades anticancerígenas, efeitos anti-inflamatórios e combate a formação de tumores, além de ajudar no combate as rugas. Pesquisadores da Universidade da Califórnia em Los Angeles também descobriram que as nozes ajudam a deter o acúmulo de placas amilóides no cérebro, que podem causar Alzheimer. Na Índia, onde o açafrão é largamente consumido, pesquisadores descobriram que a incidência de Alzheimer é insignificante, enquanto nos Estados Unidos já alcança os 13 % da população em idade avançada. Além disso, adicionar pimenta do reino ao açafrão na hora de temperar a comida, aumenta o nível de bioavaliabilidade em 1000 vezes, uma vez que a pimenta tem uma propriedade chamada piperina, segundo estudos realizados pelo Instituto do Câncer Dana Farber.

(continua...)
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Thursday, November 18, 2010

O que é a Terapia do Riso?

É uma terapia que leva ao pé da letra o velho ditado popular que diz que "rir é o melhor remédio".

Inspirada no Yoga, o movimento mundial da risada teve como um dos seus idealizadores o médico indiano Madan Kataria, criador de um dos primeiros clubes do riso (http://www.laughteryoga.org) em 1995. Hoje já exitem mais de 2 mil clubes espalhados por todo o planeta. Seus sócios acreditam que uma boa gargalhada é o antídoto certo para combater a principal doença da autalidade: o estresse.

No início do tratamento a risada é induzida artificialmente, mas depois as pessoas acabam se contagiando com a risada dos outros e ela se transforma em algo natural. As sessões duram de 15 a 20 minutos.

Segundo o clínico geral e homeopata Eduardo Lambert, autor de "A Teerapia do Riso - A Cura Pela Alegria",  "esboçar um sorriso ou dar uma gargalhada estimula o cérebro a produzir endorfinas, substâncias químicas com poder analgésico que proporcionam uma grande sensação de bem estar".

Os especialistas afirma que a prática regular deste método terapêutico fortalece o sistema imunológico, melhora o ritmo respiratório, afasta o mau humor, estimula a digestão, alivia dores e combate a depressão.

(Yuri Vasconcelos)

Pic by www.globo.com

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Monday, March 15, 2010

Sensação de juventude vs. longevidade

Recentemente, pesquisadores americanos fizeram um estudo que indica que a idéia que se faz sobre a própria idade pode reforçar a capacidade cognitiva do ser humano.

De acordo com o Jornal de Gerontologia: Ciências Sociais, também dos Estados Unidos, a idade que a pessoa sente ter pode afetar o processo de envelhecimento, da mesma forma que a interpretação de sua própria idade tem conseguências ainda mais duradouras.

De acordo com o coordenador da pesquisa, Markus Schafer, se uma pessoa se sente mais velho do que a sua idade cronológica, provavelmente vai exprerimentar várias desvantagens associadas ao processo de envelhecimento. Por outro lado, aqueles que são mais velhos, mas com uma sensação de serem mais jovens, têm vantagens para manter várias das habilidades que valoriza.

Ainda de acordo com a pesquisa, outro fator que parece ser importante, é a capacidade de dominar novas tecnologias, o que faz melhorar a capacidade cognitiva.

Aproximadamente 500 pessoas com idades entre 55 e 74 anos foram entrevistadas sobre envelhecimento entre os anos 1995 e 2005 pela Pesquisa Nacional sobre Desenvolvimento na Meia Idade nos Estados Unidos.

Foi visto que na primeira etapa (em 1995) a maioria das pessoas havia respondido que se sentia aproximadamente 12 anos mais jovem do que realmente era. De acordo com as respostas naquela etapa, viu-se que as pessoas que se sentiam jovens para a própria idade tinham mais chances de ter uma segurança maior sobre suas capacidades cognitivas uma década mais tarde.

A pesquisa não revela, no entanto, o que vem primeiro: se o bem estar e a felicidade da pessoa afeta as suas capacidades, ou se as capacidades são as que afetam a sensação de bem estar.

As descobertas têm algumas implicações positivas e negativas, já que há uma pressão muito grande da sociedade para que as pessoas fiquem jovens por cada vez mais tempo e por este motivo, quando envelhecem - algo inevitável - podem perder a confiança em si mesmas.

Estudos anteriores indicavam que as mulheres são mais suscetíveis a estereótipos relativos à idade. Por este motivo, a expectativa de que se sintam mais velhas do que os homens e menos confiantes é muito grande.

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Wednesday, February 3, 2010

13 Motivos para começar a correr

Correr sempre foi seu sonho, mas a falta de tempo, o fôlego curto e a preguiça acabam adiando até a passadinha no shopping para a compra de um tênis novo? Você nem imagina o que está perdendo, afirma Valéria Alvim, especialista em fitness do Minha Vida. Esse esporte é uma atividade física completa, que faz bem ao corpo todo.

Duvida? Então confira abaixo a lista de benefícios que o exercício proporciona a você. Mas não se deixe enganar: para usufruir de tudo isso, é necessário dar piques regulares. O ideal para quem está começando é correr em dias alternados, de três a quatro vezes por semana, e fazer outra atividade aeróbia como bicicleta e natação nos outros dias , sugere Valéria. Se você já corre há muito tempo, vale fazer treinos mais puxados e específicos de três a quatro vezes por semana e treinos moderados ou leves nos outros dias.

A personal trainer informa que o tempo também pode variar de acordo com o condicionamento físico do aluno, as necessidades e os objetivos dele. Mas é possível ter benefícios com 30 a 60 minutos a cada prática. Em todos os casos, entretanto, a musculação e os alongamentos são essenciais para dar um bom suporte ao corpo, além de ajudar a melhorar a performance na corrida , completa. E, antes de começar, não deixe de ir ao médico e fazer uma avaliação física. Isso vai prevenir lesões e outros problemas de saúde que podem prejudicar a sua motivação.

1. Coração: a corrida exige que o coração aumente o fluxo de sangue para todo o corpo. As fibras do músculo se fortalecem e a cavidade aumenta. Há uma hipertrofia excêntrica do miocárdio (alteração na parede e na cavidade do ventrículo esquerdo) melhorando a ejeção sanguínea. Desta forma o coração bombeia mais sangue com menos batidas, se tornando mais eficiente. Com o aumento da circulação sangüínea pelo corpo, cresce a entrada de oxigênio nos tecidos.

2. Pulmões
: correr faz com que o volume de ar inspirado seja maior, aumentando a sua capacidade de respiração. Há também um aumento da quantidade de oxigênio absorvido do ar atmosférico.

3. Ossos: estimula a formação de massa óssea, aumentando a densidade óssea evitando problemas como a osteoporose.

4. Pressão arterial: correr estimula a vasodilatação, o que reduz a resistência para a circulação de sangue. Há trabalhos específicos para alunos hipertensos, como trabalhar a velocidade em terrenos planos. Uma maneira de diminuir a sua pressão é trabalhando a velocidade em terrenos plano.

5. Cérebro: aumenta os níveis de serotonina, neurotransmissor que regula o sono e o apetite. Em baixas quantidades, essa substância está associada ao surgimento de problemas como a depressão.

6. Peso: quanto maior a intensidade do exercício maior a queima calórica e de gordura. A corrida ajuda a gastar muitas calorias, favorecendo a perda ou manutenção do seu peso. Em uma hora de treino, um atleta chega a queimar até 950 calorias.

7. Colesterol: diminui os níveis de LDL (colesterol "ruim"). Corredores de longas distâncias têm o nível mais alto de HDL (colesterol bom ), encarregado de transportar os ácidos graxos no sangue e de evitar o seu depósito nas artérias.

8. Estresse: com a corrida, há liberação do hormônio cortisol, aliviando o estresse e a ansiedade.

9. Sono: fazer atividade física, melhora a qualidade de sono. Correr faz a pessoa dormir melhor. Após o exercício, o corpo libera endorfina, substância que provoca a sensação de bem-estar e ajuda a relaxar.

10. Músculos: a corrida ajuda a melhorar a resistência muscular e também queima a gordura dos tecidos musculares, deixando-os mais fortes e definidos.

11. Rins: com o aumento da circulação, há também uma melhora da função dos rins, que filtram o sangue e reduzem o número de substâncias tóxicas que circulam pelo corpo.

12. Articulações: correr torna a cartilagem das articulações mais espessa, o que protege melhor essas regiões tão frágeis do nosso corpo.

13. Aumenta a libido: após 30 minutos de corrida, há um aumento da testosterona que permanece assim, por mais uma hora aproximadamente. No caso das mulheres, também há um aumento dos hormônios relacionados ao desejo, além de aumentar a auto-confiança.

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Integral & Transpersonal Psychotherapy Center
Consultório Psicológico Online - Inglês, Espanhol e Português - 24 horas/7 dias na semana

Adendo

Viver Integral é viver de forma plena e sana o único bem que possuímos em realidade, nossas vidas.

Este blog é 100% espiritualista, não importando religiões, doutrinas, seitas. O que prevalece neste espaço é o amor e a bondade que advém unicamente do respeito pelas diferenças.

Aqui respeita-se o ser humano, enquanto Ser e Humano, da mesma forma que são respeitadas todas as formas de vida com anima, sejam racionais ou não, traduzindo-se em uma forma de vida mais natural e centrada.

Os artigos de nutrição e alimentação seguirão os padrões vegetarianos sob suas mais diversas formas (embora sejamos crudivoros veganos) buscando-se respeitar também aos que ainda sentem a necessidade física de algum componente animal em sua dieta, a exemplo de laticinios.

Os conselhos de saúde aqui oferecidos são de caráter puramente amador, visto que são fruto de muita leitura e curiosidade tão somente, não refletindo em nenhum tipo de conceito científico ou não pretendendo, em absoluto, substituir qualquer tipo de aconselhamento médico. Na dúvida ou na necessidade, busque ajuda médica especializada.

Os aconselhamentos psicológicos estarão a cargo de Rafael Morales, psicoterapeuta com vários anos de treinamento e experiência profissional em Psicologia e Psicoterapia Transpessoal-Integral apoiando indivíduos, casais e famílias em diferentes Centros de Saúde Mental, Educacionais e de Apoio à Comunidade na América do Sul e nos Estados Unidos, tanto pessoalmente como online, através de Intrapsyc.

Sintam-se em casa. Comentem, concordem, discordem, dêem sua opinião. Somente assim poderemos melhorar e acrescentar algo a nossa existência.

Beijos, flores e muitos sorrisos para todos!

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